A variação diatópica, também conhecida como variação geográfica, refere-se às diferenças na língua (vocabulário, gramática, pronúncia) que ocorrem devido à localização geográfica. É a forma como a língua varia de um lugar para outro.
Dialetos e Sotaques: A variação diatópica se manifesta principalmente através dos diferentes <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/dialetos%20e%20sotaques">dialetos e sotaques</a> existentes em diferentes regiões. Um dialeto engloba diferenças lexicais (vocabulário), gramaticais e fonológicas, enquanto um sotaque se refere especificamente às variações na pronúncia.
Isoglossas: Para mapear a variação diatópica, linguistas utilizam <a href="https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/isoglossas">isoglossas</a>, que são linhas imaginárias que demarcam as áreas onde um determinado traço linguístico é predominante. O cruzamento de várias isoglossas forma um feixe isoglóssico, que muitas vezes coincide com fronteiras regionais ou históricas.
Fatores Influenciadores: Diversos fatores contribuem para a variação diatópica, incluindo:
Exemplos: A variação diatópica é evidente em muitos idiomas. No português, por exemplo, existem diferenças significativas no vocabulário, pronúncia e gramática entre o português de Portugal e o português do Brasil, bem como entre diferentes regiões do Brasil.
Importância: O estudo da variação diatópica é importante para entender a história e a evolução das línguas, bem como a diversidade cultural e social existente em diferentes comunidades. Também permite a criação de mapas linguísticos e o estudo da inteligibilidade mútua entre diferentes dialetos.
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